Não existe idade para estudar até mesmo com quase 100 anos possível ser o melhor aluno da classe

Não existe idade para estudar até mesmo com quase 100 anos possível ser o melhor aluno da classe

Todos sabem que uma das realidades no ambiente educacional do Brasil atual é o desinteresse e falta de dedicação de muitos jovens aos estudos, sejam por qual motivo for.


Uma triste realidade por sinal.


Mas é curioso como no mesmo ambiente educacional encontramos algumas histórias que vão de contra a isso. O exemplo vem da Dona Norberta de Assis, estudante da rede de ensino de Salvador, Bahia.


Mesmo aos 99 anos, a senhora voltou a estudar e segundo a coordenadora pedagógica da Escola Municipal Comunitária Cristo Redentor, Paula Souza, a pensionista é uma das alunas mais dedicadas do colégio.


“Faz questão de chegar sempre meia hora antes das aulas começarem, isso todos os dias independente do tempo”, conta a coordenadora.


Suas notas são ótimas considerando suas condições, superadas pela dedicação e empenho nos estudos.


 


Dona Norberta tem o auxílio dos professores, que gentilmente aumentaram o tamanho das letras no quadro para que ela consiga enxergar sem grande esforço, já que sua vista é um pouco fraca para o tamanho habitual.


Outro detalhe inspirador é que Dona Norberta não faz corpo mole em momento algum. Em cada uma das aulas, ela é sempre uma das primeiras a concluir cada tarefa que é passada pelos professores.


Ela participa do projeto TAP 2 (Tempo de Aprendizagem) um ciclo de aprendizagem correspondente a uma das etapas do conhecido EJA (Educação para Jovens e Adultos), voltada para o processo de alfabetização desses públicos.


A etapa em que dona Norberta está equivale a antiga 3º série do fundamental, o que significa que ela está cada vez mais próxima de concluir o curso básico e estar oficialmente alfabetizada, com direito a diploma e tudo mais.


Não parece muito considerando sua idade, mas as circunstâncias de vida da Dona Norberta não a permitiram ter uma educação convencional durante a infância. Desde cedo teve de ajudar seus pais na roça, de modo que estudar ainda pequena foi uma tarefa impossível.


E isso só enobrece ainda mais seu esforço e dedicação para voltar as salas de aulas após tanto tempo.


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